Neste espaço encontrar-se-ão as referências bibliográficas consultadas por mim. Referências utilizadas na construção dos diários de aula e de campo, das fichas de leitura e das reflexões partilhadas. Podes também aceder ao site do Programa Escolhas e da Associação Raízes. Decidi organizar de forma bastante simples: primeiro os documentos escritos e depois os documentos multimédia.

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Documento Escrito:

  • AMBRÓSIO, Teresa (2001). Ensinar numa perspectiva de aprender ao longo da vida. In: Teresa Ambrósio. Educação e Desenvolvimento: contributo para uma mudança reflexiva da educação. Lisboa: UIED, FCT/UNL, pp. 163-170.
  • AFONSO, Almerindo Janela (1991). Relações de poder no quotidiano da escola e da sala de aula. Elementos para uma análise sociológica e organizacional. In: Cadernos de Ciências Sociais, n.º 10/11, Junho, 1991, pp. 133-155.
  • ALMEIDA, L. S. & FREIRE, T. (1997). Metodologia da Investigação em Psicologia e Educação. Coimbra: APPORT – Associação dos Psicólogos Portugueses, pp. 96-204.
  • BOGDAN, Robert (1994). Investigação Qualitativa em Educação. Uma Introdução à Teoria e aos Métodos. Porto: Porto Editora.
  • CABRITO, Belmiro (2009). Aprendizagem ao longo da vida ou aprender até morrer. In: Belmiro Cabrito e Maria Costa (Orgs.). Quotidiano(s) de Saúde: contexto(s) de formação. Lisboa: Educa, pp. 9-15.
  • CANÁRIO, Rui (2001). Educação de Adultos: um campo e uma problemática. Lisboa: Educa.
  • CAPUCHA, Luís (2008). Planeamento e Avaliação de Projectos: Guião Prático. Lisboa: Direcção-Geral de Inovação e de Desenvolvimento Curricular, pp. 01-60.
  • CORTESÃO, Luíza; LEITE, Carlinda; & PACHECO, José Augusto (2002). Trabalhar por Projectos em Educação. Uma inovação interessante?. Porto: Porto Editora, pp. 22-59.
  • CRAHAY, Marcel (2002). Poderá a escola ser justa e eficaz?. Lisboa: Instituto Piaget.
  • DOCUMENTO DE TRABALHO DA UNIDADE CURRICULAR DE TEORIA DA EDUCAÇÃO. A Educação como Comunicação, pp. 73-83.
  • DOCUMENTO DE TRABALHO DA UNIDADE CURRICULAR DE TEORIA DA EDUCAÇÃO. A Educação como Profissão, pp. 84-95.
  • ESTRELA, Maria Teresa (2002). Relação pedagógica, disciplina e indisciplina na aula. Porto: Porto Editora, pp. 82-105.
  • FERNANDES, Domingos (2009). Avaliação de programas e de projectos pedagógicos. In: Sapiens 2009 (Ed.), Anais do VIII Congresso Internacional de Educação. Recife, PE: Sapiens – Centro de Formação e Pesquisa, pp. 36-40.
  • FERNANDES, Domingos (2011). Avaliação de programas e projectos educacionais: Das questões teóricas às questões das práticas. In: Domingos Fernandes (Org.). Avaliação em educação: Olhares sobre uma prática social incontornável. Pinhais, PR: Editora Melo, pp. 185-208.
  • FODDY, William (1996). Como perguntar: teoria e prática da construção de perguntas em entrevistas e questionários. Oeiras: Celta, pp. 141-209.
  • FREIRE, Paulo (1977). Acção cultural para a libertação e outros escritos. Lisboa: Moraes Editores, pp. 16-31.
  • GUERRA, Isabel Carvalho (2002). A construção de projectos de intervenção. In: Isabel Carvalho Guerra. Fundamentos e processos de uma sociologia da acção: o planeamento em Ciências Sociais. 2.ª ed. Cascais: Principia, pp. 125-207.
  • KETELE, J.M.; CHASTRETTE, M.; CROS, D.; METTELIN, P. & THOMAS, J. (1994). Guia do Formador. Lisboa: Instituto Piaget.
  • MACEDO, Marta (1993). Projecto ou apropriação no presente do tempo futuro. In: Marta Macedo. A Construção do Projecto Educativo de Escola. Universidade Nova de Lisboa: Faculdade de Ciências e Tecnologia, pp. 99-112.
  • MACHADO, Ricardo Jorge da Rocha (2008). Brócolos e matemática: representações sociais da matemática de alunos do 8.º ano de escolaridade. Dissertação de Mestrado em Educação, com especialidade em Didáctica da Matemática, Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa.
  • McINTYRE, Scott Elmes (2007). Como as pessoas gerem o conflito nas organizações: estratégias individuais negociais. In: Análise Psicológica, 2, XXV, pp. 295-305.
  • MONTEIRO, Maria Benedicta (2006). Conflito e negociação entre grupos. In: Jorge Vala e Maria Benedicta Monteiro. Psicologia Social. Lisboa: Fundação Calouste Gulbenkian, pp. 411-456.
  • MORGADO, J.C.; CARVALHO, A.M.; COSTA, M.J. & FLORES, M.A. (s/d). Formação Docente em Contexto Universitário: Um Estudo em Curso na Universidade do Minho. Minho: Universidade do Minho, pp. 2045-2056. (Disponível em: https://www.educacion.udc.es/grupos/gipdae/documentos/congreso/VIIIcongreso/pdfs/247.pdf).
  • MUIJS, Daniel & REYNOLDS, David (2005). Classroom Climate. In: Effective Teaching. Evidence and practice. London: SAGE Publications, pp. 107-116.
  • POSTIC, Marcel (2007). Funcionamento da relação. In: Marcel Postic. A relação pedagógica. Lisboa: Padrões Culturais Editora, pp. 133-161.
  • REBOCHO, M.; SARAGOÇA, M.J. & CANDEIAS, A. (2009). Fundamentos para a Educação Inclusiva em Portugal. In: Adelinda Candeias (coord.). Educação Inclusiva: Concepções e Práticas. Universidade de Évora: CIEP, pp. 38-48. 
  • RODRIGUES, Ângela. (2006). Análise de necessidades de formação na formação contínua de professores. In: Ângela Rodrigues. Análise de práticas e de necessidades de formação. Lisboa: ME/DGIDC, pp. 93-121.
  • RUQUOY, Danielle (1997). Situação de entrevista e estratégia do entrevistador. In: L. Albarello et al. Práticas e métodos de investigação em Ciências Sociais. Lisboa: Gradiva, pp. 84-116.
  • SERRANO, Gloria Pérez (2008). Elementos para elaborar um projecto. In: Gloria Pérez Serrano. Elaboração de Projectos Sociais. Casos Práticos. Colecção Educação e Trabalho Social, n.º 7. Porto: Porto Editora, pp. 21-101.
 

Outras Fontes: